Não vou prezar
Pois sinto o pesar
Desafeto que anseia em cegar
Olhos etílicos
Boca dormente
Causai-me dores na mente
Nos olhos dormentes
Na boca etílica
Não pensar no prezar
No pesar, desprezar
Da flecha que cega
Anseia, renega
Não olha o olhar
Renega o desprezar
Conectar
Pressinto estar
Cabos desconectar
Entrelaçar
Desembaraçar
Já perco o ar de pensar
No arco trançado
No barco trancado
Do peso que sinto
Do fim que pressinto
Das dores guardadas
Da mente armada
Da vida que é dura
Clausura, Fissura
Do zero a fração
Minha decomposição
Sobre a posição
Finda a Composição
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